ccs-logo

COPA FÁBIO SCARANO DE FUTEBOL

Copa Fabio Scarano de Futebol 2017

A Segunda edição da Copa Fabio Scarano de Futebol será realizada entre os dias 26/09 e 27/10 no NUPEM/UFRJ. No Município de Macaé. A Copa será disputada pelos jogadores do Projeto Escolinha de Futebol do Barreto, que tem coordenação dos treinadores Renato Cabral e Zezito. O projeto atende às crianças do bairro e funciona como um elemento de integração entre a instituição acadêmica e a sociedade macaense, demonstrando os esforços da UFRJ no sentido de se manter aberta e unida à comunidade. Sem fins lucrativos, a Escolinha de Futebol Barreto NUPEM/UFRJ tem como objetivo principal possibilitar às crianças e adolescentes a oportunidade de sociabilizar-se através de práticas esportivas e desta maneira promover a descoberta do corpo, despertando o prazer para o esporte e atividades lúdicas. O nome do torneio é uma homenagem ao prof. Fabio Scarano que, “além de grande cientista, é um dos grandes incentivadores desse projeto e um amante do futebol, preocupado sempre com as questões sociais", ressalta Renato Cabral.

A competição esse ano promete muito bom futebol e muita alegria e diversão garantida para todas as idades. O pontapé inicial  do projeto foi dado em janeiro de 2014, com apenas 20 pequenos guerreiros. Hoje são ao todo 80 crianças de várias faixas etárias do sub 07 ao sub 17, divididas por categoria. A competição será na quadra esportiva do Nupem/UFRJ, onde os jogos ocorreram simultaneamente nas terças e quintas em dois turnos: na parte da manhã de 8:00 as 10:00 e na parte da tarde das 16:00 as 18:00. A semifinal será na sexta feira dia 27/10, no horário das 17:00 com o jogo do 3° lugar e a grande final será às 18:00, também na sexta-feira.

CURSO SOBRE INSETOS E CARRAPATOS

Curso Sobre Insetos e Carrapatos 2017

Em sua sétima edição, o Curso de Biologia de Artrópodes Vetores reune participantes de nove estados brasileiros e cinco participantes estrangeiros da Argentina, Uganda/África e Reino Unido. O evento acontece no Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (NUPEM/UFRJ), em 18/09, com 35 participantes. O curso tem por finalidade a formação de recursos humanos altamente especializados para entendimento/compreensão da biologia de artrópodes vetores como barbeiro, mosquitos e carrapatos que transmitem doenças para humanos e animais, e com isso formular estratégias públicas para controle desses artrópodes e consequentemente diminuir o índice das doenças transmitidas por eles como malária, dengue, febre amarela, febre maculosa, doença de lyme, doença de chagas e outras transmitidas por esses artrópodes.

Os alunos terão aulas práticas e teóricas de temas relevantes na área de vetores e serão estimulados a interagir com os demais colegas e professores durante duas semanas em regime de imersão. Esse ano o curso será realizado no período de 18 a 29 de setembro. Dentre as instituições representadas estão: UFG, UFRGS, Unesp, IOC/Fiocruz, IAM/Fiocruz, UFRRJ, UNIR, UFTM, UEL, UFRJ, CPQRR/Fiocruz, UNIP/Butantan, UFRN, UFPel, UFMG e FCEN (Argentina).

O curso conta com o financiamento das seguintes instituições: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; INCT-EM - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Entomologia Molecular: IOC - Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ; UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro; e Programas de Pós-graduação de Biologia Parasitária e Biologia Celular e Molecular.

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO PAÍS

Desenvolvimento Economico do Pais 2017

É amanhã, 20/9, quarta-feira. E é imperdível o convite do prof. Celso Caruso Neves, diretor do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - IBCCF - para a palestra Desenvolvimento Econômico do País, que será ministrada por Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, diretor da FIRJAN, às 12 horas, no Auditório Hertha Meyer, Sala G1-022 do IBCCF, no prédio do Centro de Ciências da Saúde - CCS. O evento é comemorativo aos 72 anos do IBCCF e homenageia o prof. Antonio Paes de Carvalho.
Cartaz em anexo.

HOSPITAIS DA UFRJ SEGUIRÃO FUNCIONANDO

Hospitais da UFRJ Seguirao Funcionando 2017

Em conseqüência das declarações do diretor do Hospital Clementino Fraga Filho, prof. Eduardo Côrtes, à mídia, de que a unidade hospitalar pode fechar as portas se não houver dinheiro para pagar os salários do pessoal extraquadro, dia 15/9, a direção central da Universidade torna público o seguinte:

Nota da Reitoria

Em relação às informações sobre funcionamento do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) é necessário esclarecer alguns pontos.

1. Pagamento de pessoal extraquadro.

Não há justificativa para o alarmismo feito pelo diretor do HUCFF de que a unidade será fechada. Também não procede a afirmação de que a Reitoria tomou decisão de retirar recursos do hospital.

O orçamento da UFRJ para 2017, aprovado pelo Conselho Universitário no ano passado, estabeleceu os recursos a serem utilizados para fins de custeio dos nove hospitais do Complexo Hospitalar da Universidade, inclusive do HUCFF. As unidades hospitalares são financiadas com recursos do MEC e do Fundo Nacional de Saúde durante todos os meses do ano fiscal e esse procedimento continua ocorrendo, a exemplo dos anos anteriores, como é do conhecimento de todos os hospitais que compõem o Complexo.

O diretor se confunde ao falar dos recursos para pessoal. O pagamento dos serviços efetivados pelos extraquadros é realizado com receitas próprias da UFRJ. Outras despesas necessárias para o funcionamento dos hospitais são custeadas pela Reitoria, como limpeza, vigilância, água, esgoto, energia, telefonia, serviços de copa e cozinha.

2. Em virtude dos cortes recentes, a UFRJ fará um novo plano de gastos.

Nos últimos 30 meses, a UFRJ deixou de receber R$157 milhões. Diante do cenário de cortes e contingenciamentos nos últimos três anos, a Universidade tem trabalhado para redimensionar despesas.

Como parte desse esforço, e em nome dos princípios que regem o uso ético dos recursos públicos, a Reitoria está trabalhando com as direções das unidades hospitalares para, juntos, construírem um plano de trabalho - com prioridades de gastos - para assegurar seu funcionamento.

Para viabilizar um novo plano de gastos, é necessário analisar as despesas de cada hospital para definir o planejamento. Entretanto, a direção do HUCFF se recusa a disponibilizar à Reitoria seus dados orçamentários. É inaceitável que as contas de uma unidade acadêmica da UFRJ não possam ser publicizadas em detalhes e comprometam o planejamento das demais. A gestão financeira do hospital não é isolada, é parte do orçamento geral da Universidade. Por isso, a Reitoria tem confiança de que prevalecerá a ética pública e que as soluções comuns serão construídas, referenciadas nas boas práticas do serviço público.

3. UFRJ aguarda cumprimento de decisão judicial para contratar pessoal.

Em 28/11/2016, a 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou a imediata contratação de pessoal para substituir os serviços praticados pelos extraquadros de hospitais da UFRJ.

A UFRJ já cumpriu todas as suas responsabilidades para atender à decisão judicial, realizando cuidadoso dimensionamento de pessoal e contratando no ano de 2017 mais de 40 servidores para o HUCFF. Entretanto, o Governo Federal, apesar das reiteradas solicitações, ainda não efetivou os concursos.

4. Situação orçamentária geral.

Diante desse contexto, a Reitoria organizará o quadro orçamentário da instituição, incluindo suas unidades hospitalares, para que os colegiados internos pertinentes possam redefinir as ações orçamentárias objetivando manter as atividades essenciais.

A redefinição orçamentária depende, evidentemente, da preservação integral dos recursos de custeio e capital estabelecidos pela LOA de 2017.

A situação orçamentária decorrente de um real contingenciamento pode, de fato, inviabilizar o funcionamento pleno da UFRJ, comprometendo todas as suas atividades de modo inaceitável. Este é o problema estrutural, junto da necessidade de contratação de pessoal. Por isso, lutamos pela preservação e pelo ressarcimento de recursos contingenciados anteriormente e pela reposição integral do quadro de pessoal para a UFRJ. Este é o anseio da Universidade, do Rio de Janeiro e do País.

Reitoria da UFRJ

15/9/2017

CCS PROMOVEU SETEMBRO AMARELO

CCS Promoveu Setembro Amarelo 2017

Dias 12 e 13/9, a Decania do Centro de Ciências da Saúde promoveu através do Setor de Humanização e Acolhimento, em parceria com a Biblioteca Central do CCS, atividade alusiva à Campanha Setembro Amarelo, contando presença de alunos e professores e técnico-administrativos. No primeiro dia de abertura teve a presença da decana, profª Maria Fernanda. S. Quintela; do Superintendente da PR-4, Pedro Campos: e do coordenado do Centro de Valorização da Vida no Município de São Gonçalo, João Alexandre. As palestras, nos dois dias, form sobre a valorização da vida e a prevenção do suicídio que, segundo dados estatísticos, a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo. E estima-se que de 10 a 20 milhões de pessoas tentam o suicídio a cada ano. No Brasil, o número de suicídios tem crescido, principalmente entre os jovens.

A decana do CCS disse que “apesar de sermos muitos, às vezes as pessoas se sentem muito sós. Temos que estar atentos ao olhar para nós mesmos e para o próximo. Nós da Universidade precisamos fazer parte dessa ação tanto para os alunos quanto para os profissionais”.

Foi revelado que são cometidos 32 suicídios por dia no país, cerca de um a cada 45 minutos. Embora a taxa seja menor que a mundial - que é de um a cada 40 segundos -, os números cresceram 30% nos últimos 25 anos, principalmente entre a população jovem. O tempo é valioso nessas situações e a sociedade hoje em dia não tem mais tempo. O suicídio precisa ser encarado como uma questão de saúde pública.

Para Roberto Santos, coordenador da QSMSRS - Qualidade, Saúde, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social -, “a participação foi satisfatória, pois as pessoas se mostraram interessadas e, acredito, serão agentes multiplicadores em disseminar idéias e propostas já consolidadas sobre o assunto”.

E avaliou que “esse tipo de debate sobre o assunto que sempre esteve na linha do silêncio tem que ser mais constante no meio acadêmico, nas escolas, pois são áreas do saber e do conhecimento nas quais distingue os jovens. É fundamental que o debate seja frequente, além da agenda de atividades embutidas no Setembro Amarelo. O suicídio é uma questão complexa e, por isso, os esforços de prevenção necessitam de discussão entre todos os diferentes setores da sociedade: seja na área da saúde, educação, trabalho, agricultura, justiça, política, mídia, etc.”.