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Apresentação projeto da dengue: Auditório Prof. Hélio Fraga, 17/8

 

Apresentacao projeto da dengue -  Auditorio Prof Helio Fraga 17-8 2017A Universidade Federal do Rio de Janeiro é parceira do projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil”, iniciativa internacional para combater a propagação da Dengue, Zika e Chikungunya, que teve início na Austrália, está presente em cinco outros países. No Brasil, o projeto é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz e, na UFRJ, pela Prefeitura da UFRJ.

A iniciativa consiste em um método capaz de reduzir a transmissão dos vírus da Dengue, Zika e Chikungunya por meio da liberação de mosquitos Aedes aegypti, com a bactéria Wolbachia, promovendo uma substituição gradual da população de mosquitos. Essa bactéria está presente em 60% dos outros insetos, foi retirada de drosófilas - a mosca da fruta - e inoculada no ovo do mosquito Aedes aegypti para que o inseto se desenvolvesse com a Wolbachia no seu organismo de forma intracelular e se tornasse inapto para a transmissão dos vírus. Trata-se de um método natural e autossustentável, pois a bactéria é transmitida pelas fêmeas dos mosquitos aos seus descendentes.

No segundo semestre de 2017, a Cidade Universitária será uma das áreas previstas para a expansão das ações do projeto, que já atua no município de Niterói e em bairros da Ilha do Governador. O projeto conta com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Comissão Nacional de Ética Humana (Conep), obtidas após rigorosa avaliação sobre segurança para a saúde e para o ambiente. Outros bairros da Zona Sul e Norte do Rio de Janeiro também serão contemplados com as ações do projeto.

Em breve, equipes da Fiocruz estarão presentes na Cidade Universitária para informar e esclarecer dúvidas e deixar clara a inexistência de riscos para todos que estudam ou trabalham na Cidade Universitária. Para conhecer mais detalhes sobre o método do projeto www.fiocruz.br/eliminaradengue e acompanhe as atividades no Facebook no perfil oficial/eliminaradenguebrasil.

Você está convidado para conhecer o projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil” e saber como a comunidade universitária pode colaborar com essa iniciativa, no dia 17 de agosto, às 9 horas, em uma palestra no auditório Hélio Fraga, localizado no Bloco K – 2º andar do Centro de Ciências da Saúde, com o gerente operacional do projeto, Gabriel Sylvestre. Mais detalhes: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . (Assessoria de Comunicação da Prefeitura da UFRJ)

A Profª Drª Débora Foguel fará aula inaugural do CCS

Aula-Inaugural 2017-2

Sob o tema “Doenças neurodegenerativas no século XXI”, a profª drª Débora Foguel ministrará a Aula Inaugural do CCS 2017-2, no dia 2/8, 4ª feira, às 9 horas, no Auditório Professor Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão), no subsolo do Bloco K do Prédio do CCS. O evento faz parte da programação da Decania do CCS na recepção aos novos alunos ingressos nas diversas unidades acadêmicas que integram o Centro de Ciências da Saúde.

Débora Foguel faz parte do corpo docente do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis e integra a Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento (TWAS) na área de Ciências Biológicas. A TWAS é uma organização internacional autônoma, com sede em Trieste, na Itália, que promove a capacitação e a excelência científica em países em desenvolvimento. Criada em 1983, a academia é uma das mais importantes instituições associadas à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, e reúne em seus quadros os melhores cientistas da Índia, Brasil, China, África do Sul, entre outros países.

Com mais de 700 integrantes, escolhidos entre cientistas que mais se destacam no mundo e representando cerca de 70 países, um dos principais objetivos da TWAS é reconhecer e apoiar jovens cientistas nos países em desenvolvimento por suas contribuições para o avanço da ciência, medidas em termos de número e impacto dos trabalhos de pesquisa publicados em revistas científicas.

Débora Foguel foi agraciada com o Prêmio Nise da Silveira, nas comemorações do Dia Internacional da Mulher, ano passado, e integrou a comissão organizadora das comemorações do centenário da Academia Brasileira de Ciências.

Resultado das eleições no CCS

Eleicoes Conselho de Coordenacao do CCS 2017

A direção do CCS divulga o resultado das eleições realizadas nas unidades acadêmicas de 4 a 6/7 para escolha de representantes do Centro de Ciências da Saúde no Conselho de Coordenação, conforme configuração abaixo.  O resultado das referidas eleições será homologado na próxima reunião do Conselho de Coordenação do CCS, agendada para o dia 17 de julho de 2017.

 

Para representação dos professores ADJUNTOS.

CHAPA 01 - composta por: JULIANA REIS CORTINES e FERNANDA AVILA ABREU - 65 votos

CHAPA 02 - composta por: LEANDRO MIRANDA ALVES e SÉRGIO AUGUSTO DE SOUZA - 48 votos

VOTOS EM BRANCO: 01

VOTOS NULOS: 0

TOTAL DE VOTANTES:  114

 

Para SUPLENTE da representação dos professores ASSOCIADOS.

Candidato 01 - PAULO VACCARI CACCAVO - 32 votos

Candidato 02 - LUIS MAURICIO T. DA ROCHA E LIMA - 86 votos

VOTO EM BRANCO: 03

VOTOS NULOS: 05

TOTAL DE VOTANTES: 126

Instituições do Rio criam fórum para enfrentar crise na educação

Foto: Jean Souza

Instituicoes do Rio criam forum para enfrentar crise na educacao 2017

Representantes de instituições de ensino criam fórum de discussão para buscar solucionar crise que afetam universidades

Sete instituições de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro iniciaram uma mobilização para enfrentar o cenário de crise que afeta a educação, a ciência e a tecnologia do Brasil. Chamado de Fórum Rio e reafirmando seu compromisso institucional com a sociedade e a nação brasileira, o movimento promoverá eventos e outras ações para denunciar e buscar soluções para o grave quadro que afeta universidades e outras instituições centrais para o desenvolvimento científico do Rio de Janeiro e do país.

Participaram da composição inicial a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Fundação Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo), Instituto Federal Fluminense (IFF), Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). Aumentar o número de entidades participantes é uma das primeiras metas do Fórum.

A convite do reitor da UFRJ, Roberto Leher, a primeira reunião aconteceu 30/6, no Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade, e definiu algumas linhas de atuação. Entre elas, promover iniciativas que contribuam para solucionar a crise político-institucional e econômica do país e promover um grande ciclo de debates.

O Fórum também nasce com uma preocupação bastante objetiva: resistir ao desmonte e unificar o esforço para aumentar e garantir orçamento adequado às instituições de ensino e pesquisa.

Entre as ações propostas para o Fórum está a organização de eventos em locais públicos, informando a população sobre a produção científica e tecnológica que se encontra ameaçada diante do cenário de instabilidade.

Nesse sentido, o Fórum Rio enxerga na 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (23 a 29/10) uma grande possibilidade para levar informações à sociedade e ganhar apoio na luta contra a precarização do ensino e da pesquisa.

As pautas da articulação também estarão presentes no 2º Festival Interuniversitário de Cultura do Rio de Janeiro (FestFIC), em novembro.

Representantes do Fórum se encontram na próxima semana com a direção da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), buscando integrar novas instituições. E a próxima reunião do Fórum Rio será no dia 1/8, em local a ser confirmado. (Assessoria de Imprensa da UFRJ)

Morte do aluno Diego Viera faz um ano sem elucidação

Morte Diego Viera faz um ano sem elucidacao 2017

A Reitoria da UFRJ lamenta profundamente que, um ano após o assassinato do estudante Diego Vieira Machado, a serem completados no próximo 2/7, o caso segue sem elucidação. Com tristeza e indignação, sentimento que não se compara à dor da família e amigos, nós prosseguimos com as ações junto às autoridades competentes do Estado, para identificar e punir os autores do crime brutal, que nos chocou a todos.

Nesse último ano, o Reitor da UFRJ, Roberto Leher, e o Prefeito da UFRJ, Paulo Mario Ripper, tiveram diversas audiências com as autoridades policiais do Estado do Rio, solicitando celeridade nas investigações sobre o caso. As audiências trataram desse e de outros temas relacionados à segurança na universidade com os secretários José Mariano Beltrame e Roberto Sá que, nesse período, foram responsáveis pela Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro (Seseg). 

Em 2016, a UFRJ ofereceu apoio ao Instituto Médico Legal, disponibilizando parte de sua infraestrutura de laboratórios e equipamentos de alta tecnologia para a análise de amostras biológicas do caso. Entretanto, esse procedimento não se concretizou, em virtude de diversos fatores relacionados à crise no Estado do Rio. 

Confiantes na responsabilidade das autoridades competentes, temos seguido com esse diálogo constante. A última resposta às demandas da Administração Central da universidade foi encaminhada à Prefeitura da UFRJ em junho deste ano pela Polícia Civil, que informou estar empenhada e não medir esforços para encontrar e punir os responsáveis pela morte de nosso estudante.

Nossa mobilização segue dedicada e atenta. O Gabinete da Reitoria enviará ofício na segunda-feira (3/7) a entidades e grupos de Direitos Humanos pedindo atenção para as investigações. Serão acionadas a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, a Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Segurança Pública e organismos internacionais, num apelo renovado para que esse crime não caia no esquecimento.

A Reitoria da UFRJ compreende que o brutal crime, a despeito de suas motivações, não pode ser desvinculado dos assassinatos motivados por ódio, atingindo, com especial violência, a juventude negra, LGBTQ, crimes que, por sua magnitude, assumem proporções de genocídio. A elucidação da autoria do crime, nesse sentido, é uma causa nacional, estreitamente associada aos Direitos Humanos e à luta social contra a barbárie. Diego Vieira Machado, presente!

Reitoria da UFRJ - 30/6/2017