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HOSPITAIS DA UFRJ SEGUIRÃO FUNCIONANDO

Hospitais da UFRJ Seguirao Funcionando 2017

Em conseqüência das declarações do diretor do Hospital Clementino Fraga Filho, prof. Eduardo Côrtes, à mídia, de que a unidade hospitalar pode fechar as portas se não houver dinheiro para pagar os salários do pessoal extraquadro, dia 15/9, a direção central da Universidade torna público o seguinte:

Nota da Reitoria

Em relação às informações sobre funcionamento do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) é necessário esclarecer alguns pontos.

1. Pagamento de pessoal extraquadro.

Não há justificativa para o alarmismo feito pelo diretor do HUCFF de que a unidade será fechada. Também não procede a afirmação de que a Reitoria tomou decisão de retirar recursos do hospital.

O orçamento da UFRJ para 2017, aprovado pelo Conselho Universitário no ano passado, estabeleceu os recursos a serem utilizados para fins de custeio dos nove hospitais do Complexo Hospitalar da Universidade, inclusive do HUCFF. As unidades hospitalares são financiadas com recursos do MEC e do Fundo Nacional de Saúde durante todos os meses do ano fiscal e esse procedimento continua ocorrendo, a exemplo dos anos anteriores, como é do conhecimento de todos os hospitais que compõem o Complexo.

O diretor se confunde ao falar dos recursos para pessoal. O pagamento dos serviços efetivados pelos extraquadros é realizado com receitas próprias da UFRJ. Outras despesas necessárias para o funcionamento dos hospitais são custeadas pela Reitoria, como limpeza, vigilância, água, esgoto, energia, telefonia, serviços de copa e cozinha.

2. Em virtude dos cortes recentes, a UFRJ fará um novo plano de gastos.

Nos últimos 30 meses, a UFRJ deixou de receber R$157 milhões. Diante do cenário de cortes e contingenciamentos nos últimos três anos, a Universidade tem trabalhado para redimensionar despesas.

Como parte desse esforço, e em nome dos princípios que regem o uso ético dos recursos públicos, a Reitoria está trabalhando com as direções das unidades hospitalares para, juntos, construírem um plano de trabalho - com prioridades de gastos - para assegurar seu funcionamento.

Para viabilizar um novo plano de gastos, é necessário analisar as despesas de cada hospital para definir o planejamento. Entretanto, a direção do HUCFF se recusa a disponibilizar à Reitoria seus dados orçamentários. É inaceitável que as contas de uma unidade acadêmica da UFRJ não possam ser publicizadas em detalhes e comprometam o planejamento das demais. A gestão financeira do hospital não é isolada, é parte do orçamento geral da Universidade. Por isso, a Reitoria tem confiança de que prevalecerá a ética pública e que as soluções comuns serão construídas, referenciadas nas boas práticas do serviço público.

3. UFRJ aguarda cumprimento de decisão judicial para contratar pessoal.

Em 28/11/2016, a 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou a imediata contratação de pessoal para substituir os serviços praticados pelos extraquadros de hospitais da UFRJ.

A UFRJ já cumpriu todas as suas responsabilidades para atender à decisão judicial, realizando cuidadoso dimensionamento de pessoal e contratando no ano de 2017 mais de 40 servidores para o HUCFF. Entretanto, o Governo Federal, apesar das reiteradas solicitações, ainda não efetivou os concursos.

4. Situação orçamentária geral.

Diante desse contexto, a Reitoria organizará o quadro orçamentário da instituição, incluindo suas unidades hospitalares, para que os colegiados internos pertinentes possam redefinir as ações orçamentárias objetivando manter as atividades essenciais.

A redefinição orçamentária depende, evidentemente, da preservação integral dos recursos de custeio e capital estabelecidos pela LOA de 2017.

A situação orçamentária decorrente de um real contingenciamento pode, de fato, inviabilizar o funcionamento pleno da UFRJ, comprometendo todas as suas atividades de modo inaceitável. Este é o problema estrutural, junto da necessidade de contratação de pessoal. Por isso, lutamos pela preservação e pelo ressarcimento de recursos contingenciados anteriormente e pela reposição integral do quadro de pessoal para a UFRJ. Este é o anseio da Universidade, do Rio de Janeiro e do País.

Reitoria da UFRJ

15/9/2017

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO PAÍS

Desenvolvimento Economico do Pais 2017

É amanhã, 20/9, quarta-feira. E é imperdível o convite do prof. Celso Caruso Neves, diretor do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - IBCCF - para a palestra Desenvolvimento Econômico do País, que será ministrada por Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, diretor da FIRJAN, às 12 horas, no Auditório Hertha Meyer, Sala G1-022 do IBCCF, no prédio do Centro de Ciências da Saúde - CCS. O evento é comemorativo aos 72 anos do IBCCF e homenageia o prof. Antonio Paes de Carvalho.
Cartaz em anexo.

PEQUENO MANUAL DE BONS COSTUMES NO LABORATÓRIO DE PESQUISA

Pequeno Manual de Bons Costumes no Laboratorio de Pesquisa 2017

Em noite de autógrafos, no dia 22/9, sexta-feira, a partir das 17 horas, na Casa da Ciência, na Rua Lauro Müller, perto do Shopping Rio Sul, o professor Franklin David Rumjanek, do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, estará lançando o livro Pequeno Manual de Bons Costumes no Laboratório de Pesquisa. Trata-se de importante publicação, que teve revisão e contem ilustração do professor Francisco Prosdócimi (ICB), à qual podemos compreender através da sinopse: "o texto é ilustrado com bom humor e apresenta brevemente um manual de etiqueta acadêmica que recomenda regras de convívio para ambientes especiais como o laboratório de pesquisa. Não é um texto de autoajuda. É informativo. O manual é de interesse direto para aqueles estudantes universitários de graduação, ou pós-graduação que ingressam em espaços de pesquisa de laboratório. O manual é um acessório que discute principalmente como o estudante deve portar-se frente aos seus colegas, técnicos e orientadores de maneira a conduzir seu trabalho de maneira harmoniosa. O manual não é técnico, isto é, não visa esclarecer como elaborar protocolos experimentais e/ou como investigar este assunto ou aquele. Ele descreve a textura social de um ambiente essencialmente competitivo e sugere regras simples do tipo o que fazer e o que não fazer, cuja adoção deverá facilitar bem a inserção dos estagiários nesse aparentemente complexo e tenso cenário do laboratório de pesquisa. O objetivo é facilitar as relações no laboratório, torná-las agradáveis e, sobretudo produtivas".

Cartaz em anexo.

CCS PROMOVEU SETEMBRO AMARELO

CCS Promoveu Setembro Amarelo 2017

Dias 12 e 13/9, a Decania do Centro de Ciências da Saúde promoveu através do Setor de Humanização e Acolhimento, em parceria com a Biblioteca Central do CCS, atividade alusiva à Campanha Setembro Amarelo, contando presença de alunos e professores e técnico-administrativos. No primeiro dia de abertura teve a presença da decana, profª Maria Fernanda. S. Quintela; do Superintendente da PR-4, Pedro Campos: e do coordenado do Centro de Valorização da Vida no Município de São Gonçalo, João Alexandre. As palestras, nos dois dias, form sobre a valorização da vida e a prevenção do suicídio que, segundo dados estatísticos, a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo. E estima-se que de 10 a 20 milhões de pessoas tentam o suicídio a cada ano. No Brasil, o número de suicídios tem crescido, principalmente entre os jovens.

A decana do CCS disse que “apesar de sermos muitos, às vezes as pessoas se sentem muito sós. Temos que estar atentos ao olhar para nós mesmos e para o próximo. Nós da Universidade precisamos fazer parte dessa ação tanto para os alunos quanto para os profissionais”.

Foi revelado que são cometidos 32 suicídios por dia no país, cerca de um a cada 45 minutos. Embora a taxa seja menor que a mundial - que é de um a cada 40 segundos -, os números cresceram 30% nos últimos 25 anos, principalmente entre a população jovem. O tempo é valioso nessas situações e a sociedade hoje em dia não tem mais tempo. O suicídio precisa ser encarado como uma questão de saúde pública.

Para Roberto Santos, coordenador da QSMSRS - Qualidade, Saúde, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social -, “a participação foi satisfatória, pois as pessoas se mostraram interessadas e, acredito, serão agentes multiplicadores em disseminar idéias e propostas já consolidadas sobre o assunto”.

E avaliou que “esse tipo de debate sobre o assunto que sempre esteve na linha do silêncio tem que ser mais constante no meio acadêmico, nas escolas, pois são áreas do saber e do conhecimento nas quais distingue os jovens. É fundamental que o debate seja frequente, além da agenda de atividades embutidas no Setembro Amarelo. O suicídio é uma questão complexa e, por isso, os esforços de prevenção necessitam de discussão entre todos os diferentes setores da sociedade: seja na área da saúde, educação, trabalho, agricultura, justiça, política, mídia, etc.”.

GALERIA CURTO CIRCUITO DE ARTE PÚBLICA

Galeria Curto Circuito de Arte Publica 2017

O Parque Tecnológico da UFRJ inaugura no dia 21/9 a Galeria Curto Circuito de Arte Pública, uma parceria da instituição com a Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ) e a empresa Vallourec. Ao longo dos 350 mil metros quadrados do Parque ficarão expostas 13 obras de arte de professores e alunos da EBA e de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente como Gilberto Lustosa, Paulo Laender e Leandro Gabriel. A ideia do projeto é transformar o Parque em uma área de experimentação da arte aliada à tecnologia e inovação. Além destas obras, a galeria contará com 24 esculturas da exposição “Memórias do Boto” e um pavilhão com intervenções desenvolvidas pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UFRJ). A experiência de visitação será enriquecida com soluções de realidade virtual e aumentada, criadas pelo Grupo de Realidade Virtual Aplicada do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia LAMCE/COPPE. A galeria será permanente, aberta ao público, com visitação gratuita.

A maior parte das obras será interativa e algumas peças poderão ser usadas como mobiliário urbano pelos visitantes e funcionários do Parque e de suas empresas. Entre elas, a obra “No vaivém do ir e vir”, onde cinco bicicletas estilizadas penduradas em um cabo de aço poderão ser retiradas e conduzidas pelas ciclovias do Parque. Há ainda a obra “Qual é o tamanho do vazio?”, que parece ser um simples binóculo posicionado no Parque e voltado para o prédio da Escola de Belas Artes/Reitoria, mas que, por meio de tecnologia, não mostra a imagem que verdadeiramente está lá.

A empresa Vallourec, que possui um de seus dois centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil instalado no Parque - o Vallourec Competence Center – Rio, foi a responsável por trazer para a Galeria as obras de arte de artistas mineiros de renome internacional. Pelas ruas do Parque estarão obras de Gilberto Lustosa, Paulo Laender e Leandro Gabriel. Para Hildeu Dellaretti, superintendente de Relações Institucionais  da Vallourec, investir em iniciativas culturais é uma maneira de potencializar a inovação, um dos pilares da empresa: “Contatos com a arte e com a cultura ampliam os horizontes das pessoas e trazem novas perspectivas de reflexão e atuação. Por isso, o incentivo a projetos como este é também uma forma de promover a inovação. Além disso, faz parte da identidade da Vallourec no mundo e, especialmente no Brasil, apoiar projetos culturais, valorizar e abrir espaço para a promoção do trabalho de artistas nacionais e em particular do Rio de Janeiro e de Minas Gerais”.

Na opinião do diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, José Carlos Pinto, "a inauguração da Galeria faz parte da estratégia da instituição de promover a interação entre a universidade e empresas por meio da inovação, além de transformar o Parque em um espaço mais criativo e agradável: A inauguração da Galeria marca um novo momento para o Parque, onde a integração entre a universidade e empresas ultrapassa as barreiras de projetos acadêmicos e passa a ser fundamental para o processo de inovação. Queremos oferecer a todos um ambiente pulsante e criativo, unindo arte, tecnologia e inovação”.

Evento de inauguração

Dia 21 de setembro, às 9h30, no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ. Na data, haverá uma mesa redonda sobre a arte, tecnologia e inovação com especialistas e visita guiada à Galeria. 

Sobre a Vallourec             

O grupo francês Vallourec está presente em mais de 20 países. No Brasil, por meio da Vallourec Soluções Tubulares do Brasil (VSB), é líder em soluções tubulares premium e produz tubos de aço sem costura, fabricados em suas duas usinas integradas, em Belo Horizonte e Jeceaba, em Minas Gerais. Como fonte de matéria-prima e energia para seus processos siderúrgicos, possui duas subsidiárias: Vallourec Mineração, em Brumadinho (MG), e a Vallourec Florestal, que é formada por mais de 230 mil hectares de florestas plantadas no nordeste mineiro.

Além disso, a Vallourec possui uma filial com foco em tubos soldados de grande diâmetro e uma empresa especializada na prestação de serviços de revestimentos anticorrosivos – ambas localizadas em Serra, no Espírito Santo; e uma planta especializada em fornecimento de soluções e serviços para o mercado de Óleo e Gás – a Vallourec Transportes e Serviços (VTS), localizada no polo petrolífero brasileiro, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

No complexo do Parque Tecnológico da UFRJ está o Vallourec Competence Center – Rio. Um dos dois centros de centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação instalados no Brasil. O outro se localiza em Belo Horizonte. 

Sobre o Parque Tecnológico da UFRJ

O Parque Tecnológico da UFRJ é um ambiente de inovação dentro da UFRJ que permite a interação entre a universidade – alunos e corpo técnico-acadêmico – e as empresas, transformando conhecimento em emprego e renda e oferecendo produtos e serviços inovadores para a sociedade. Inaugurado em 2003, o Parque ocupa uma área de 350 mil metros quadrados e abriga centros de pesquisa de empresas inovadoras, laboratórios da UFRJ, uma incubadora de empresas e espaços para desenvolvimento do empreendedorismo e inovação.

Hoje estão instaladas no Parque 70 instituições, sendo 16 empresas nacionais e multinacionais de grande porte, 8 pequenas e médias, 9 startups do programa CrowdRio, 28 residentes da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, além de 9 laboratórios da própria UFRJ. Será construído nos próximos anos o Centro de Referência Nacional em Farmoquímica, do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), que irá fortalecer ainda mais as interações com a Universidade Federal do Rio de Janeiro. A Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ também faz parte do ambiente de inovação do Parque. Em seus mais de 20 anos de atividade, a Incubadora já apoiou a geração de mais de 90 empresas, responsáveis pela geração de mais de 1250 postos de trabalho altamente qualificados.  Em 2016 as startups residentes faturaram juntas, mais de 12 milhões de reais. Informações com Aline Calamara, Beatriz Correa e Daniele Lua nos tels: (21) 3733-1991/1846.