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Aula Inaugural do CCS com Prof. Francisco Esteves

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Os alunos ingressantes nas diversas unidades acadêmicas do Centro de Ciências da Saúde, no período de 2015.2, participarão da Aula Inaugural do CCS, "Integração Pesquisa, Ensino e Extensão como Exemplo de Compromisso Social da UFRJ: Estudo de Caso em Macaé".

A aula acontecerá no dia 26 de outubro, segunda-feira, às 10 horas, no Auditório Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão), e será ministrada pelo Prof. Dr. Francisco de Assis Esteves, biólogo formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em Ecologia pelo Instituto Max-Planck e pela Universidade de Kiel, na Alemanha.

Francisco Esteves é professor titular da UFRJ e atualmente vice-diretor do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (NUPEM/UFRJ), o qual fundou. O professor foi um dos idealizadores pela criação do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, no Norte do Estado do Rio de Janeiro, além de ser um dos responsáveis pela interiorização da UFRJ em Macaé.

Francisco Esteves já publicou mais de 200 artigos em periódicos nacionais, oito livros, sendo um deles "Fundamentos de Limnologia", referência em toda a América Latina na área de ecologia aquática; além de já ter orientado 28 teses de doutorado e 42 teses de mestrado e mais de uma centena de alunos de iniciação científica.

 

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Ainda sobre a aula inaugural, no dia 28 de outubro, quarta-feira, às 12hs, o cantor Valério Cazuza se apresentará no Teatro de Arena do CCS, cover de um dos grandes ícones do rock brasileiro. Valério é natural de Niterói (RJ), onde foi descoberto por músico local e, mais tarde, quando terminava sua graduação, por cantor renomado dos anos 80, o que o ajudou a propagar sua música. Valério sempre persistiu em seu sonho de cantar e hoje viaja por todo o Brasil representando o grande poeta do rock.

 

Clique aqui para acessar o banner da aula e aqui para conferir a divulgação do show.

“Encontro Sabores e Saberes” reflete sobre a fome no mundo

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A profª Elizabeth Accioly, à direita, falou da importância do evento, que ajuda a refletir sobre a questão da fome no mundo.

  

Nos dias 14 e 15/10 se realizou no Centro de Ciências da Saúde (CCS) o VII Encontro Sabores e Saberes, promovido pelo Instituto de Nutrição Josué de Castro e dedicado ao Dia Mundial da Alimentação, comemorado, anualmente, em 16 de outubro. Esta comemoração, que teve início em 1981, é celebrada em mais de 150 países, como importante data para conscientizar a opinião pública sobre as questões da nutrição e alimentação. O tema central do evento foi “Energia, sustentabilidade ambiental e alimentação”.

Em entrevista à Assessoria de Imprensa da Decania do CCS, uma das principais organizadoras do encontro, a profª Elizabeth Accioly, falou sobre a sétima edição do evento.

 

O que tem de novo neste ano em relação aos anteriores? O que foi acrescentado?

Elizabeth Accioly - Acredito que a sequência das edições têm algo em comum. O evento foi concebido para comemorar, na UFRJ, o Dia Mundial da Alimentação, porque sabemos que, apesar de ser um direito humano inalienável, muitas vezes a falta do alimento à mesa é por falta de acesso das pessoas. Então, o dia foi pensado pra marcar a reflexão sobre a questão da fome no mundo, da perversa, por vezes, distribuição do alimento. O Instituto de Nutrição Josué de Castro tem toda essa preocupação com a questão da alimentação, juntamente à instituição da Feira Agroecológica. Foi pensado um espaço para a discussão das questões relativas à alimentação e ao meio ambiente. A gente vem sempre abordando esse eixo central: alimentação, meio ambiente, com vistas à alimentação saudável e sustentável. O tema central apresenta variações relacionadas com os temas sugeridos pela Organização das Nações Unidas. Procuramos seguir mais ou menos o que a ONU recomenda, juntamente com a FAO, organização pela agricultura. Anualmente estas instituições abordam um tema e nós buscamos fazer uma interface com eles. Temos mantido basicamente a mesma proposta.

O nosso entendimento é de que o evento deve ser livre. Então se houver um visitante ou alguém que esteja eventualmente passando, ele será bem vindo. Por estas razões não realizamos inscrições prévias. A única exceção são as oficinas, que são realizadas paralelamente, pois entendemos que as pessoas são muito ávidas por este tipo de informação. Mas a estrutura do encontro tem como proposta um evento mais livre para que qualquer um possa participar, desde o acadêmico até o agricultor. Por isso ele conta com esta programação científica, mas, também, com um diálogo com a comunidade, como a realizada com os integrantes da feira. Além disso, nas últimas duas edições, contamos com a apresentação dos posters com trabalhos enviados à Comissão Organizadora.

 

Esta edição contou com a realização de duas oficinas no Restaurante Universitário. Quais foram os critérios para a escolha das temáticas?

Elizabeth Accioly - A ideia é sempre buscar a promoção da saúde pela a alimentação. Então, os temas foram pensados de acordo com o interesse da comunidade. A oficina de culinária natalina foi pensada por estarmos próximos do Natal, e num ano conturbado financeiramente. A proposta é de uma professora que veio trabalhar conosco, que ensinará a montar uma ceia mais simples e saudável. Ela já trabalha com oficinas e tem costume em socializar essa informação. Nesta, em especial, da ceia, ela nos pede sempre para que 15 vagas fiquem reservadas para pessoas da Vila Residencial (comunidade da Ilha do Fundão, onde se localizada a Cidade Universitária da UFRJ), entre as 35 vagas. Isso garante que mulheres da vila possam participar da atividade. Mostra que o evento é para a comunidade residencial também, não somente acadêmica. Um dos pontos fortes do nosso Curso de Nutrição é a culinária regional brasileira. Estamos fazendo questão de mesclar, nestas oficinas, alunos de Nutrição e de Gastronomia, cujas formações são pautadas bastante nessa comida das diferentes regiões do país, segundo nossa proposta pedagógica. O mesmo professor ministrará também a oficina de gastronomia molecular. Ela consiste em utilizar técnicas na alimentação que produzam efeitos não necessariamente nutricionais, mas plásticos, de aparência, de formato, diferente. Os alunos são fascinados neste tema, da utilização de determinadas substâncias químicas que modificam a estrutura do alimento. Você vê um alimento que possui determinada forma, outro formato. Em 2011 ou 2012 fizemos esta oficina com crianças, que ficaram encantadas, percebendo que a cozinha é um laboratório, apesar de não usar reagentes químicos propriamente.

 

O evento possui um “quê” de esperança de que a população se aproprie mais dos alimentos naturais?

Elizabeth Accioly - A industrialização é um aspecto, mas, também, tem o tratamento do alimento no campo, bem como o uso dos defensivos agrícolas, os pesticidas, os hormônios na criação de animais. Vivemos um momento em que a indústria de alimentos cresceu assustadoramente. Na Bolsa de Valores, alimentos são ativos financeiros, tamanha a importância do alimento, até do ponto de vista econômico. A idéia é que as pessoas valorizem mais práticas saudáveis, bem como o ato de cozinhar em casa. Isso se vê também na mídia. Muitos programas de variedades dedicam uma sessão para a culinária, bem como os concursos - reality shows - de gastronomia. Isto tem sido resgatado apesar da força da indústria ser muito grande. Existe um jogo de forças neste cenário, mas, a Universidade tem papel social, então cabe a ela colocar em debate estas questões e ter seu produto acadêmico com base nestas questões sociais.

 

O evento se realiza em dois dias. Sabe-se que a Agência da UFRJ de Inovação é parceira do INJC no evento. Qual a importância dela? E há perspectiva sobre o montante de pessoas envolvidas no evento, com relação a alunos, professores?

Elizabeth Accioly - Quando surgiu a oportunidade de agregar de forma mais ousada à população, entendemos como uma iniciativa inovadora: sair dos muros da universidade e abrir um espaço para que a sociedade venha debater conosco, ouvir sua voz, saber como tratar estes assuntos dentro do ambiente acadêmico. Mas trazendo a sociedade é um desafio. Isto foi propiciado pela agência. O evento, no fim, é uma parceria entre o INJC, a Agência de Inovação e o Sistema de Alimentação (RU). Todos se envolvem. A comissão científica é formada por professores, alunos e até técnico-administrativos. Todos trabalham não somente na divisão de tarefas, mas, também, na construção da cultura de se fomentar um evento com esta característica, fugindo um pouco da estrutura formal de nossos eventos. Nossa Feira Agroecológica acaba sendo este mediador para a comunidade, pois eles participam em diversos níveis.

Por fim, a professora revelou que a próxima edição do encontro, ano que vem, terá atividades incorporadas ao aniversário de 70 anos do INJC.

 

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O prof. Reynaldo Bozelli, do Instituto de Biologia, foi um dos conferencista do evento, tendo sido aplaudido de pé. 

(Thaís Batista - Aluna da Escola de Comunicação da UFRJ e estagiária da Assessoria de Imprensa da Decania do CCS)

A escola vai à ópera

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​A direção da Escola de Música da UFRJ está realizando mais uma edição do evento infantil A Escola vai à Ópera, desta vez com a peça O limpador de chaminés, de Benjamin Britten, no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ. Os alunos assistiram apresentações nos dias 13, 14 e 16/10. E, com entrada franca aberta ao público, nos dias 13 e 17/10, às 18h30 e 16h30, respectivamente.. O projeto A Escola vai à Ópera já recebeu mais de sete mil alunos da rede pública de ensino, abrindo para elas as portas desse mundo mágico de canto, música instrumental, movimentação cênica, cenário, figurinos e luz. Com elenco formado por cantores do conjunto vocal Brasil Ensemble e do Coral Infantil da UFRJ, sob a coordenação de Maria José Chevitarese, a ópera conta a história de Quinzinho, uma criança que é vendida pelo pai para sustentar o resto da família. Sob as ordens do novo senhor, ele é forçado a trabalhar como limpador de chaminés de casas, sem direito a estudar, brincar, nem tomar banho. Com a ajuda de outras crianças, Quinzinho consegue se livrar desse trabalho e retorna livre para casa.

 

Clique aqui e confira o banner do evento infantil.

Inauguração do CEMBIO

Banner CEMBIO

O comitê gestor do Centro de Espectrometria de Massas de Biomoléculas - CEMBIO -, junto com a Decania do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e com as direções do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), do Instituto de Microbiologia Paulo de Goes (IMPG), do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), da Faculdade de Farmácia (FF), do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo De Meis (IBqM), do Instituto de Pesquisa de Produtos Naturais Walter Mors (IPPN) e do Instituto de Biologia (IB) convidam a comunidade do CCS para a inauguração do CEMBIO, às 16 horas do dia 21/10, no Anfiteatro Hertha Meyer, no Bloco G, Sala 22 do IBCCF, no prédio do CCS. Em anexo, o convite e a programação do Workshop de Espectrometria de Massas FT-MS: do Imageamento às Ciências Õmicas.

Clique aqui para obter a programação do evento. Convite da inauguração.

Exposição no Espaço Ciência

 

Cerca de 50 alunos do 6º e 8º ano do Colégio Atlântico, no Município de Macaé, visitaram exposição no projeto Espaço Ciência. Eles tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a fauna da Região do Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, na visita guiada pelos monitores Erica Sardela, Lorena Agostinho, Willian Costa, Odara Araújo, Victor Hugo e Matheus Atta.

Durante a visita os alunos tiveram informações sobre as espécieis e puderam tocar nos animais. A exposição atual conta com esqueleto de golfinho, réplicas de golfinho e de tubarão anequim e exemplares de mamíferos terrestres e aves marinhas taxidermizados artisticamente.

Criado em 2008, sob a coordenação dos professores do NUPEM - Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental -, Fábio Di Dario e Pablo Gonçalves, o projeto Espaço Ciência visa  criar uma conexão dos visitantes com a biodiversidade local, a fim de desenvolver a consciência ambiental e ecológica, além de contribuir para o estímulo à curiosidade científica dos visitantes, para a formação continuada dos professores da educação básica e para a formação dos alunos de Ciências Biológicas que participam do projeto como monitores. O projeto é também uma porta de entrada para a interação entre a Universidade e a sociedade. Para agendar visita envie e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .