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I FÓRUM SOBRE OPRESSÕES DO CACC

 

A gestão Primavera nos Dentes, evento do Centro Acadêmico Carlos Chagas (CACC) do Curso de Medicina da UFRJ, convida os estudantes para o seu primeiro fórum temático, que traz como pauta a luta contra opressões de diversos tipos, dentro e fora da universidade.O encontro acontecerá nas dependências do CCS (Centro de Ciências da Saúde), no Campus da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, no dia 27 de junho (sábado). A ideia de realizar o fórum nasceu há alguns meses e passa pela necessidade de revisitar as práticas e relações humanas, sejam elas travadas dentro ou fora do ambiente universitário. É preciso quebrar as barreiras de um currículo que, muitas vezes, aprisiona e traz à tona debates importantes, como a questão sobre o machismo (50 mil mulheres são estupradas todos os anos no Brasil). É preciso falar de homolesbobitransfobia (o Brasil é líder em assassinatos de pessoas travestis e transexuais no mundo). É preciso falar sobre racismo (o percentual de negros assassinados no Brasil é 132% maior do que o de brancos). E esses são só alguns dados que mostram o porquê se precisa quebrar o silêncio e falar sobre opressão. Para isso, a programação consta, na parte da manhã, de falas expositivas dos palestrantes, seguidas de debate. Os temas e palestrantes são: Populações Marginalizadas no Século XXI (Maurício Petroli, estudante de medicinada da UFRJ, gestão do CACC e membro da DENEM - Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina); A luta das mulheres (Renata Mencacci, estudante de medicina da USP e membro da DENEM); A luta das pessoas T (Daniela Andrade, uma das principais ativistas transexuais do Brasil); A luta das pessoas negras (Coletivo Carolina de Jesus, da UFRJ, e Coletivo NEGREX); A luta LGBT (Carlos Nantes, estudante de medicina da UFRJ); Trote, opressão e currículo oculto (Felipe Scalisa, estudante de medicina da USP e sede da DENEM). Na parte da tarde vai rolar oficina sobre Saúde da População T, com a Daniela Andrade. A inscrição pode ser feita no link: https://docs.google.com/forms/d/1srb8cp7K104fvGJqNPEfEmxnDPcu6I4Sea1KjISHFLU/viewform.

Le Raleh na Arena do CCS

 

 

A banda Le Raleh se apresentará no Teatro de Arena do CCS, às 12 horas do dia 17/06, quarta-feira. A apresentação da banda fica por conta de Tony Belloto, no seguinte texto: Se o Sex Pistols afirmava que não havia futuro na Londres sombria de 1977, a Le Raleh garante que ele também não existe no Rio ensolarado de 2013. “O futuro acabou de começar e terminar”, canta a banda carioca numa de suas canções. Se a positividade da Le Raleh não tem nada a ver com o desencanto do punk, sua música mantém a crença em viver cada momento como se fosse o último. Se Chuck Berry foi uma referência para as grandes bandas de rock dos anos 1960, Benjor e outros Jorges são inspiração constante para a Le Raleh. “E como já dizia Jorge Maravilha, prenhe de razão, mais vale uma filha na mão do que dois pais voando”, cantam com muita malandragem em sua brilhante recriação da música de Chico Buarque.

Mas o que é a Le Raleh exatamente?

É a banda do João Felipe, do Dudu Kaplan e do Henrique Pernambuco, três caras que sacaram que o verdadeiro pop tropical estava escondido debaixo do tapete do samba. No melhor espírito carioca, o nome da banda soa ao mesmo tempo como uma brincadeira e uma reflexão: Le Raleh se traduz como uma ralé de sotaque francês. Se existe uma ponte para unir a cidade partida, muitos de seus tijolos podem ser encontrados no disco da Le Raleh. Se a Le Raleh fala em suas canções das vivências e dos amores de seus integrantes, a grande musa da banda é a cidade. E João Felipe, Dudu e Henrique não disfarçam sua paixão pelo Rio. “Rio de Janeiro, minha praia, meu canteiro”, diz uma das músicas do grupo, numa manifestação contundente de sua carioquice. O que seria de Bob Marley sem a Jamaica? Le Raleh faz lembrar da Bossa Nova, quando garotos cariocas misturaram samba e jazz para criar uma nova linguagem musical. A falta de preconceito musical da Le Raleh proporciona uma mistura original de samba, rock e reggae que vale a pena ser ouvida. A não ser que, como dizem eles, num dia de sol, numa tarde de domingo, você ache normal continuar dormindo…

Dia Mundial do Meio Ambiente

 

O Parque Tecnológico da UFRJ realiza, entre os dias 1 e 3 de junho, diversas ações para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, sexta-feira. Serão diversas atividades, entre elas debates, exposições, oficinas e plantios de árvores. No dia 1º de junho acontece o painel Sustentabilidade Urbana - Aplicações do conceito de cidades inteligentes,com a participação de representantes de empresas privadas, governo e universidade. No dia 2 de junho será realizada uma oficina de construção em bambu e, no dia 3 de junho, será realizado o painel Baía de Guanabara - indicadores de qualidade, seguido de uma oficina para a criação de hortas urbanas. Em todos os três dias, os visitantes poderão participar do plantio de mudas de árvores e ver as exposições Memórias do Boto e O Mar não está para peixe, ambas realizadas por alunos e professores da Escola de Belas Artes. A exposição O Mar não está para peixe traz esculturas confeccionadas com resíduos sólidos retirados da Baía de Guanabara. As atividades são gratuitas e abertas ao público em geral.

 

 

Programação completa:

 

Dia 1 de junho

Painel Sustentabilidade urbana: Aplicações do conceito cidades inteligentes

  • 9h30 às 10h00 – abertura do evento: Parque Tecnológico da UFRJ e Fundo Verde da UFRJ – Maurício Guedes e Suzana Kahn.
  • 10h às 10h30 – Plataformas tecnológicas para cidades inteligentes – Fred Arruda (EMC²).
  • 10h30 às 11h- Internet das coisas – Nina Lualdi (CISCO).
  • 11h às 11h30 – Centro de estudos em cidades inteligentes – Ariane Figueira (COPPEAD/UFRJ).
  • 11h30 – 12h – Debate.
  •  

Plantio de mudas de árvores

12h30 às 14h30

Dia 2 de junho

Plantio de Mudas

12h30 às 14h30

 

 

Oficina de construção em bambu

14h às 16h

Dia 3 de junho

Painel Baía de Guanabara – Indicadores de qualidade

 

9h30 às 10h – Abertura do evento: Parque Tecnológico e Fundo Verde da UFRJ – Maurício Guedes e Suzana Kahn.

 

10h às 10h30 – A Baía de Guanabara: Panorama do problema e das possibilidades de solução – Elizabeth Lima (Fundo Verde UFRJ).

 

10h30 às 11h – Alternativas técnicas e institucionais para o saneamento da Baía – Luiz Firmino Martins Ferreira (Governo do Estado do Rio de Janeiro).

 

11h às 11h30 – Agenda de pesquisas aplicadas – José Paulo Soares Azevedo – COPPE/UFRJ.

 

 

 

Plantio de mudas

12h30 às 14h30

 

Oficina de horta urbana

14h às 15h

Sobre Parque Tecnológico

O Parque Tecnológico da UFRJ foi inaugurado em 2003 e está situado no campus da UFRJ, na Ilha da Cidade Universitária, numa área de 350 mil metros quadrados. No local estão instalados centros de pesquisas de 11 grandes empresas, 7 pequenas e médias, além de 6 laboratórios e centros de pesquisa. No Parque, está instalada também a Incubadora de empresas da COPPE, que, atualmente, abriga 30 startups. Outras 51 empresas de base tecnológica foram formadas na Incubadora. Neste ambiente de inovação, encontram-se ainda centros de pesquisas de outras duas companhias, GE e L’Oréal, localizadas na Ilha de Bom Jesus. Desde a sua inauguração, os investimentos no Parque alcançaram mais de R$ 1bilhão. Atualmente, cerca de 1500 pessoas trabalham no Parque.

 

Maiores informações: Aline Calamara - Comunicação e Imprensa - (021) 3733-1991/ (021) 99443 4783

Rua Paulo Emídio Barbosa, 485  - Ilha da Cidade Universitária - CEP: 219419-07 - http://www.parque.ufrj.br/

II Fórum Científico

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A Escola de Educação Física do Exército vai realizar o II Fórum Cientifico - Ciência Aplicada ao Treinamento Físico e Gestão Esportiva. O evento ocorrerá nos dias 12 e 13 de junho, na Fortaleza de São João, localizada ao bairro da Urca. As inscrições já estão abertas e deverão ser realizadas através do site da Escola. Informações gerais na programação.

Seminário para Autores

 

Realizado em inglês, o Seminário para Autores acontecerá das 10 às 12 horas do dia 1º de junho, segunda-feira, no Auditório do Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano, no prédio do Bloco J do Centro de Tecnologia, na Cidade Universitária, Ilha do Fundão. O evento é promovido pelo Sistema de Bibliotecas e Informações da UFRJ e a Editora Elsevier e voltado para autores científicos que buscam aumentar as chances de aprovação de seus artigos por editores estrangeiros, além de apresentar a editora, suas linhas de atuação, políticas editoriais e oferecer dicas aos autores sobre como apresentar seus artigos, evitando a maioria das rejeições editoriais.