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PEQUENO MANUAL DE BONS COSTUMES NO LABORATÓRIO DE PESQUISA

Pequeno Manual de Bons Costumes no Laboratorio de Pesquisa 2017

Em noite de autógrafos, no dia 22/9, sexta-feira, a partir das 17 horas, na Casa da Ciência, na Rua Lauro Müller, perto do Shopping Rio Sul, o professor Franklin David Rumjanek, do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, estará lançando o livro Pequeno Manual de Bons Costumes no Laboratório de Pesquisa. Trata-se de importante publicação, que teve revisão e contem ilustração do professor Francisco Prosdócimi (ICB), à qual podemos compreender através da sinopse: "o texto é ilustrado com bom humor e apresenta brevemente um manual de etiqueta acadêmica que recomenda regras de convívio para ambientes especiais como o laboratório de pesquisa. Não é um texto de autoajuda. É informativo. O manual é de interesse direto para aqueles estudantes universitários de graduação, ou pós-graduação que ingressam em espaços de pesquisa de laboratório. O manual é um acessório que discute principalmente como o estudante deve portar-se frente aos seus colegas, técnicos e orientadores de maneira a conduzir seu trabalho de maneira harmoniosa. O manual não é técnico, isto é, não visa esclarecer como elaborar protocolos experimentais e/ou como investigar este assunto ou aquele. Ele descreve a textura social de um ambiente essencialmente competitivo e sugere regras simples do tipo o que fazer e o que não fazer, cuja adoção deverá facilitar bem a inserção dos estagiários nesse aparentemente complexo e tenso cenário do laboratório de pesquisa. O objetivo é facilitar as relações no laboratório, torná-las agradáveis e, sobretudo produtivas".

Cartaz em anexo.

 

TRIBUTO AO PROF. ELIAS COELHO

Tributo ao Prof Elias Coelho 1 2017

Emocionante. E não à-toa. A carga de sentimentos à lembrança do saudoso professor Elias Pacheco Coelho transbordou na sessão em tributo aos 30 anos da morte dele, no dia 31/8/2017, no Salão Azul do Instituto de Biologia - unidade acadêmica vinculada ao Centro de Ciências da Saúde (CCS) - da UFRJ. Pôde-se imaginar e sentir a presença dele, como se o tempo tivesse recuado, diante de revelações de episódios compartilhados com amigos, ex-alunos e professores. 

Biólogo, Elias Coelho, que nasceu em 9/6/1950, no Rio Grande do Sul, e faleceu 31/8/1987, no Rio de Janeiro, cultivou muitos amigos e ainda são sentidas a admiração e respeito nutridos. A marca deixada por ele com a criação de três laboratórios ganha, cada vez mais, maior reconhecimento e dimensão, por sua importância nos estudos de aves. Ele se notabilizou por estudar atobás e, num trabalho de campo pesquisando aquela espécie num penhasco na Ilha de Cabo Frio, sofreu acidente que resultou na sua morte. 

Na sessão, contando com a presença de familiares, entre os quais a neta dele, Maria Eduarda Coelho, de 17 anos, filha de Roberta Coelho, esposa do seu único filho Fábio, técnico em eletrônica que se encontrava embarcado na Colômbia; do irmão Jonatas Pacheco, os depoimentos traçaram o perfil de Elias Coelho, de forte personalidade e de extrema dedicação à pesquisa e ao ensino. E revelaram um período em que o Instituto de Biologia primava por unidade entre professores, alunos e técnico-administrativos, envolvidos em distinto laço de companheirismo.

O evento em lembrança ao professor Elias Pacheco foi idealizado por alguns de seus ex-alunos, atualmente professores, como Leila Pessôa, e as biólogas Vania Alves, Margaret Corrêa, Aglai Silva e Márcia Gomes, que contaram com a colaboração de outras pessoas do Instituto de Biologia e da decana do CCS, profª Maria Fernanda Quintela Santos para custear todo o material, entre os quais o convite, folder, cartaz e uma carta intitulada Elias, o cientista dos atobás, datada de 3/9/1987, do cineasta Guy van de Beuque, in memoriam, além de coquetel servido aos convidados. Ajudaram também integrantes do Departamento de Zoologia e o Sinturj, 

Também custearam duas placas; uma fixada no Salão Azul, que foi descerrada pela decana do CCS, profª Maria Fernanda Santos Quintela, e Jonatas Pacheco Coelho; e a outra no laboratório Elias Pacheco Coelho (onde são realizadas aulas práticas para todos os alunos do IB), descerrada pela profª Maria Cristina Ostrovski de Matos. A comissão organizadora agradeceu a Marcos Pessôa, fez o layout do convite e a Patrícia Mousinho, que foi estagiária do Laboratório de Bioacústica, na época do prof. Elias, e editou as fotos antigas e também fez o layout do cartaz e do folder.

Na abertura da sessão, a profª Leila Pessôa contou fatos vivenciados, quando era aluna, com o professor Elias. Na mesma linha se posicionou a profª Michele Klautau. A seguir, a profª Maria Fernanda também lembrou casos vividos com Elias, dias antes da morte dele. A bióloga Vania Alves apresentou a trajetória do prof. Elias no Laboratório de Ornitologia, mostrando as pesquisas desenvolvidas entre 1982 e 1987. A bióloga Aglai Silva leu texto-poético, de sua autoria, em homenagem a ele.

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